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BACABAL-MA. Hoje é

Apresentação do cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 – CFE 2016

A inspiração do autor para a criação do material que nortearás os trabalhos deste ano foi inspirado no Livro de Amós, capítulo cinco, versículo 24: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).

Anderson Augusto de Souza Pereira é o autor do cartaz da Campanha da Fraternidade 2016. De forma objetiva, Anderson conta como se inspirou para criar o material que norteará os trabalhos em 2016, tendo como tema o ecumenismo. Abaixo, as explicações sobre sua inspiração quando da criação do material que traduz em imagens o chamamento que a campanha requer que é o Cuidado da Casa Comum:

Explicação do Cartaz da CFE 2016

A arte do Cartaz

“Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5,24).

Este foi o versículo que inspirou o processo de criação do cartaz dessa Campanha da Fraternidade Ecumênica.
Assumir a responsabilidade com a Casa Comum exige uma profunda mudança no estilo de vida e nos valores que orientam nossa ação. Nosso modelo de sociedade está baseado no consumo e na aparência. Para suprir essas necessidades, sacrificamos a Casa Comum, que é o espaço em que habitamos.

Nem sempre estamos atentos para atitudes simples, por exemplo, o descarte correto do lixo, ligar nossas casas às redes de esgoto, cuidar da água, entre outras. A falta desses cuidados fere a Criação, de forma que, no lugar de flores, jardins e frutos diversos vemos esgoto a céu aberto, rios poluídos e monoculturas. A diversidade da criação de Deus desaparece.

A terra alegre fica triste. No entanto, a fé em Jesus Cristo nos anima a assumirmos o cuidado com a Casa Comum como resposta ao amor incondicional que Deus oferece a cada um e cada uma de nós. Assumir esse compromisso reacende a esperança de um novo céu e uma nova terra onde habitam a justiça e o direito.

É isso que expressa o rosto da mulher em destaque no cartaz. Queremos que as mudanças dos paradigmas e valores que nos orientam nessa sociedade de consumo transformem o rio poluído em água cristalina e habitado por muitos peixes, a terra seca em uma terra renovada e abundante. Com essa transformação, poderemos dançar e celebrar a esperança de que o projeto da Casa Comum não terá fim, mas continuará por gerações e gerações

Fonte: Portal Kairós

Coordenação Diocesana convida Acólitos e Coroinhas para o VII Amar e Servir





Caríssimos irmãos e irmãs Paz & Bem!

Venho por meio deste, convocá-los para o VII encontro AMAR E SERVIR A DEUS É O MEU DEVER, que traz como subtema:“Nossa Missão é Servir”.

Um encontro que tem por finalidade buscar uma maior reciprocidade por parte dos acólitos e coroinhas da Diocese de Bacabal, na ocasião reavivar o nosso chamado e missão como Servos do Altar do Senhor. Acontecerá nos dias 19 e 20 de dezembro do ano corrente, iniciando na Paróquia Santa Terezinha (Catedral Diocesana em Bacabal) às 7:30 horas da manhã de sábado e encerrando ao meio dia do domingo. Teremos uma programação bem dinamizada com: formações, reflexões da Palavra, gincana e uma grande noite cultural.

Os participantes são responsável por bíblia, caderno, caneta, colchonete, rede e objetos pessoais, além de boa vontade e disponibilidade de participar com fervor. 

Desde já louvamos o Senhor por mais uma oportunidade de realizarmos o nosso encontro a nível diocesano. Venha partilhar conosco nesses dois dias de muita alegria e formação. Que São Tarcísio, nosso patrono interceda por Nós!

São Tarcísio, Rogai por nós!

Paulo César Araujo da Silva
Coordenador Diocesano

Advento: tempo de preparação para o Natal


Advento é uma palavra latina que significa aproximar-se, vir chegando aos poucos. Durante as quatro semanas do Advento a gente se prepara para o Natal. No Advento ouvimos as vozes sempre atuais dos profetas bíblicos, anunciando a vinda do Messias. Também ouvimos a voz de João Batista e do próprio Jesus anunciando a proximidade do Reino de Deus. 
Tempo do Advento é próprio do Ocidente. Foi instituído para que os fiéis se preparassem para a celebração do Natal, mas em pouco tempo adquiriu também um significado escatológico: de fato, recorda a dupla vinda do Senhor, isto é, a vinda entre os homens e a vinda no final dos tempos. 
O Advento é tempo de alegre expectativa. O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado. 

Origem do Advento 

Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha tinha caráter acético com jejum abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter acético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor. Só após a reforma litúrgica é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. 

Teologia do Advento 

O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Jesus que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15) . O Advento recorda também o Deus da revelação, Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos. O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da missionariedade de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.

Festejo de São Francisco Solano 4ª Noite




Na Terça-feira (14), em mais uma noite da festa em honra ao padroeiro, jovens e toda a comunidade  reuniram-se para celebrar a celebração da palavra com a Juventude, a liturgia responsável ficou com a comunidade da noite. A celebração muito bem participada levou mais alento ao coração dos jovens e de todos os que estiveram presentes. D.Rivalda  reforçou muito bem isso, incentivando os jovens na participação mais ativa e em serem anunciadores de Jesus, sem medo. 


 Após a celebração, as pessoas puderam confraternizar-se no largo da igreja, além de poderem prestigiar grandes apresentações culturais, abrindo com a Banda Mamãe não me Acha.
 

O Festejo de São João Batista termina no próximo dia 24.

                        Confira alguns momentos desta grande noite

                                                                 

Festejo de São Francisco Solano 3ª Noite

 
 
                    
Com a igreja lotada, o Diácono Ronaldo Batista e Diácono José Antonio presidiu a celebração. No início da cerimônia,o Diácono Ronaldo saldou a todos os fies.
Naquela noite, a animação litúrgica ficou por conta da Comunidade N.Sra do Rosário, que fez-se presente. Na homilia, o Diácono Ronaldo  falou sobre Santo padroeiro, que era um frade franciscano que tão cedo quis viver a missão assim como o pai da fé São Francisco de Assis.

Ao final da celebração,os dois Diáconos foi saudados com uma salva de palmas, manifestando o carinho de toda a comunidade, o acolhimento e o agradecimento pelas palavras fáceis de entender, o que motiva a vivência evangélica. 

No largo da igreja, assim como todas as outras noites durante o festejo, várias atividades culturais foram apresentadas, assim como a variedade de lanches, bebidas e jantar foram oferecidos a todos os que ali estiveram. 

Terça - Feira (14), dia do nosso Padroeiro

 São Francisco Solano: Música e penitência a serviço da catequese 


 São Francisco Solano, cuja festa comemoramos no dia 14, santo genuinamente franciscano a quem obedeciam as feras, as aves e os mais ferozes indígenas; tinha alma de poeta em corpo de asceta, animado por ardente devoção Mariana e zelo apostólico

Foi no pequeno povoado de Montilla, perto de Córdoba, na Espanha, que nasceu Francisco Solano, filho de pais católicos exemplares.

De temperamento pacífico e bondoso, atraía a todos por sua modéstia e suavidade. Mas era dotado de uma vontade de ferro e de muita determinação. Sabendo que a virtude não se adquire senão com muito esforço, freqüentava assiduamente os sacramentos, principalmente os da confissão e comunhão, e procurava domar os maus impulsos da carne por meio da oração e rigorosa penitência.

Mas isso não impedia que fosse um rapaz alegre e prestativo. Estudante no colégio dos jesuítas, nas horas vagas cultivava o jardim de seu pai, cantando enquanto trabalhava.

Aos 20 anos entrou para o noviciado dos franciscanos de sua cidade, onde aumentou suas penitências. Como diz um seu biógrafo, “quis realizar o tipo perfeito do franciscano, juntando a doçura de São Francisco com a austeridade de São Pedro de Alcântara” . Dormia sobre sarmentos, tendo como travesseiro um pedaço de madeira. Durante o Advento e a Quaresma quase não comia, e tomava disciplina (flagelava-se) até o sangue.

Feita sua profissão religiosa, cursou filosofia e teologia e recebeu as sagradas ordens, dedicando-se ao apostolado da palavra.

Em pouco tempo foi nomeado mestre de noviços de um convento, e depois superior de outro, mas pedia dispensa de qualquer cargo para poder dedicar-se inteiramente à pregação. Sua palavra era persuasiva e penetrava profundamente os corações. Em breve passou a ser conhecido como o frade santo.

Quis fugir dessa popularidade e, por humildade, ir pregar em terras de infiéis, em busca do martírio. Não obteve licença de ir para a África, mas de evangelizar o Novo Mundo. Assim partiu para a América do Sul em 1589.

Nas costas do Peru, o navio encalhou num banco de areia durante uma tormenta e ameaçava partir-se. Grande parte da tripulação salvou-se em botes; mas não havia lugar para todos. Frei Francisco escolheu ficar com os remanescentes, para prepará-los para a possível morte. Animou os pobres colonos espanhóis a bordo e falou-lhes da vida eterna. Ensinou aos escravos que estavam a bordo os rudimentos da Religião, e batizou-os.

O navio não suportou o embate das ondas, e no segundo dia partiu-se em dois, levando para o fundo do mar grande parte dos escravos. Os que tiveram a dita de permanecer na parte do navio presa à areia reuniram-se em torno do missionário, aguardando a futura sorte. Ele os animou e predisse que uma chalupa voltaria para pegá-los. E assim sucedeu no terceiro dia após o desastre.
Apaziguador, harmonizou colonizadores com índios

O grupo de franciscanos do qual fazia parte Francisco Solano chegou a Santiago del Estero em novembro de 1590. Durante 10 anos deveria ele percorrer aquela região levantando igrejas, formando municípios, catequizando, batizando, civilizando. Catequizou o Peru, grande parte da Argentina, da Bolívia e do Paraguai. Realizou tudo isso andando a pé e descalço através das florestas, desertos, rios, pântanos, matagais cheios de insetos malignos e enervantes. Além disso, o maior trabalho de Francisco era fazer conviver espanhóis e índios como bons cristãos. Dificultavam o relacionamento a escravidão, que estava nos hábitos da época, e os costumes bárbaros dos silvícolas, bem como a cobiça pelo ouro, que por vezes se sobrepunha aos sentimentos cristãos.

Uma coisa singular nesse santo jovial é o papel desempenhado pela música em seu apostolado. Com o violino (alguns autores dizem harpa ou uma espécie de viola), que ele tocava com muita elevação e sentimento, apaziguava os espíritos, inclusive os instintos selvagens dos indígenas. Com ele também cantava louvores à Virgem ou ao Santíssimo Sacramento.

Certa vez em que acompanhava o Santíssimo em uma procissão, seu espírito elevou-se, num entusiasmo tão ardente pelo Deus ali presente na Hóstia, que começou a tocar e a dançar. Isso fazia também freqüentemente diante de imagens de Nossa Senhora.

Dom das línguas e dos milagres

Aprendeu milagrosamente em 15 dias o dialeto de uma tribo indígena. Adquiriu também o dom das línguas, falando em castelhano a índios de tribos diferentes, sendo entendido como se estivesse expressando-se no dialeto de cada um.

Uma vez, por exemplo, estando em San Miguel del Estero durante as cerimônias da Quinta-feira Santa, veio uma terrível notícia: milhares de índios de diversas tribos, armados para a guerra, avançavam para atacar a cidade. A balbúrdia foi geral. Só Frei Francisco, calmo, saiu ao encontro dos selvagens. Estes, que o respeitavam, pararam para o ouvir. E cada um o entendeu em sua própria língua. Ficaram tão emocionados, que um número enorme deles pediu o batismo. No dia seguinte, viu-se essa coisa portentosa: ao lado dos espanhóis, esses índios convertidos participavam da procissão da Sexta-feira Santa, flagelando-se por causa de seus pecados.

Em outra ocasião, soube que os índios queriam mudar-se, por falta de água na região. Isso poria fim ao apostolado que o Santo estava fazendo com eles, pois se dispersariam. Francisco chamou-os e lhes disse que não havia motivo para mudar-se, porque ali perto havia uma fonte. Foi com os índios incrédulos até uma área árida, e designando um lugar com o seu bastão, mandou que cavassem. Jorrou uma fonte tão abundante, que com o tempo foi possível, com sua água, tocar simultaneamente dois moinhos.

Em 1559, Francisco Solano foi nomeado custódio de toda a região de Tucumã. Isso o fazia viajar quase sem parar, o que significava também pregar quase incessantemente.

Certo dia, estando o Santo numa aldeia, surgiu um touro furioso. Cada um fugiu para seu lado; só Francisco permaneceu calmo à espera do animal. Quando este ia agredi-lo, falou-lhe com voz suave mas firme, repreendendo-o por sua maldade. O touro abaixou a cabeça e lambeu os pés descalços do franciscano. Devido a esse fato, São Francisco Solano foi declarado patrono dos toureiros.

Na “Lima de los Santos”

São Francisco foi nomeado superior do Convento de Lima. Nessa cidade deu-se o fato surpreendente e sem precedentes, de presenciar-se a morte de cinco santos num espaço de 39 anos: São Toríbio de Mongrovejo (1606), São Francisco Solano (1610), Santa Rosa de Lima (1617), São Martim de Porres (1639) e São João Macias (1645). Por isso, a capital peruana é também chamada Lima de los Santos.

Quando pregava na cidade de Trujillo, de repente prorrompeu em amargos soluços. Acabava de prever o terremoto que destruiria a cidade alguns anos mais tarde.

Outra vez, em Lima, pregava a reforma de vida, ameaçando com os castigos e vinganças celestes a cidade, por causa dos vícios de seus habitantes. E o fez com tanta força, que isso provocou uma corrida aos confessionários e às igrejas, comovendo toda a cidade. Alguns o denunciaram ao Vice-rei e ao Arcebispo por provocar aquele alvoroço. Mas o Vice-rei conhecia muito bem seus arrebatamentos e linguagem, e o Arcebispo era um Santo que compreendia muito bem outro Santo.

Sua linguagem tornava-se severa quando era preciso, pois o Santo vivia arrebatado com as belezas de Deus. Uma flor, uma bela paisagem, uma palavra que fosse, às vezes eram capazes de levá-lo ao êxtase. Freqüentemente, durante seus sermões, de repente permanecia imóvel e como que arrebatado em Deus.

Certo dia perguntou a um doente como se sentia. À simples resposta — “Já estou bem, graças a Deus” —, entrou numa alegria tal, que pegou dois bastões que havia perto e começou a dançar, numa alegria toda celeste.

Passava horas e horas à noite diante do altar, rezando, cantando e tocando. Ele compreendia bem o dito popular de que “cantar é rezar duas vezes”. Conhecia uma grande série de hinos litúrgicos e populares, e cantava-os, freqüentemente acompanhado de seu violino.

Sua candura e sua bondade atraíam homens e até animais. Os pássaros pousavam familiarmente em seus ombros ou em sua cabeça. Para os índios, era quase um deus, a quem obedeciam os elementos da natureza. Os espanhóis o veneravam como santo.

Santa morte e glorificação póstuma

Sua última doença durou dois meses, durante os quais ele mantinha tocantes colóquios com o Crucificado, com Maria Santíssima e com os Santos. Sua habitual doçura não o abandonava um só momento. Ele aceitava todos os incômodos da febre em lugar da disciplina, que não podia usar. Quem passasse pela enfermaria o ouviria exclamar jubiloso: “Glória a Deus!”, e outras piedosas jaculatórias.

No momento da última agonia, os frades cantavam o Credo. Às palavras “Nasceu de Maria Virgem”, e quando o sino tocava indicando o momento da Elevação, durante a Missa conventual, ele rendeu sua alma a Deus.

Sua morte, ocorrida a 14 de julho de 1610 — festa de São Boaventura, a quem tinha muita devoção — foi um acontecimento público. Multidões faziam fila para poder passar diante de seu caixão. Os índios acorreram para ver mais uma vez o pai bem-amado. Todos queriam uma relíquia sua, e foi preciso cortar em pedacinhos vários hábitos nele tocados — para atender os pedidos. Uma mulher não se contentou em ter uma relíquia indireta, e, num excesso, com os dentes arrancou um dos artelhos do Santo.

O caixão do humilde frade foi levado, durante o cortejo fúnebre, pelo Arcebispo da cidade, sucessor de São Toríbio, e pelo Vice-rei.

Os milagres sucederam-se em seu túmulo ou por sua intercessão. Somente para o processo de beatificação foram apresentados mais de 100. E para o de canonização, ocorrida em 1726, mais 30.


2º Noite do festejo de São Francisco Solano

 
 
O Festejo de São Francisco Solano, na Vila Frei Solano começou no último Sábado (11). 

Serão 09 noites, até o dia 19 de julho, encerrando com uma grande procissão e seguida da missa. Nesse período, muitas comunidades e fiéis passarão por lá e experimentarão um pouco da festa que com muito carinho foi preparada. 

Na 2ª noite do festejo, o Frei João Muniz presidiu a santa missa, que contou com a participação das comunidades presentes: N.S da Conceição(Novo Bacabal) Pastoral Familiar, Santa Inês e N.Sra do Perpetuo Socorro(Vertente), e toda a comunidade Cristã e em seguida após a santa missa todos se confraternizaram na Parte social.

Oficialmente Aberto o festejo de São Francisco Solano

Na Manhã do Sábado (11), iniciou a nossa grande festa que é o festejo, com os jovens e toda a comunidade reunida saímos  nas ruas da vila Frei Solano anunciando através de Dança e mensagem que o nosso festejo já iniciou e depois da alvorada tivemos um momento de partilha que foi o café da manhã.
 
Com os corações bem ansiosos para logo a noite com a santa missa iniciar as festividades, antes do momento da partilha fizeram  uma reflexão de ser comunidade de estar em festejo, e que o festejo é um momento muito forte em uma comunidade, depois do café todos a queles que estão a  frente da comunidade foram organizar para a Santa Missa de abertura.



Bolivianos madrugam à espera do Papa Francisco

                            

    Bolivianos adentram a madrugada à espera do Papa


O Papa Francisco celebrará a Santa Missa campal, nesta quinta (9) às 10hs local em Santa Cruz de La Sierra , mas muita gente já ocupava as ruas por onde o Pontífice vai passar desde às 15hs do dia anterior. Bem agasalhados, com suas mantas e cobertores para enfrentar o frio da madrugada, os bolivianos traziam nas mãos suas bandeiras e no coração muita disposição para poder estar mais perto do Papa.
 Um grupo de peregrinos da cidade de Montero, província de Obispo Santistevan, chegou na tarde da quarta-feira para marcar seus lugares. “Nós chegamos aqui às 4 da tarde e trouxemos tudo para esperar o nosso Papa. Nós pedimos muito a Deus pela saúde do Santo Padre e também para que sua visita nos ajude e ajude o nosso país a diminuir a pobreza e a trazer reconciliação e unidade para o povo isto é o que todos nós de Santa Cruz esperamos”, disse Maria Araos Herrera.


Um grupo de jovens também provenientes de Monteiro se acomodava no chão da grade de proteção perto do Cristo Redentor de Santa Cruz, local da Santa Missa com o Papa. Os jovens também traziam no coração o desejo de uma pátria sem divisões e mais justiça social. “É uma grande bênção, uma experiência muito linda que nós vamos sentir. Ver o Papa é o mesmo que sentir Jesus mais perto de nós. Eu espero que com esta experiência nossos governantes tenham seus corações tocados por Deus e se preocupem mais com nosso povo, principalmente com os mais pobres”, disse Juan Alantero Prado de 21 anos.




A missa campal com o Papa Francisco na manhã desta quinta-feira é a sua principal atividade em Santa Cruz. Espera-se mais de um milhão de pessoas nas ruas da cidade.

Fonte: Canção Nova

Papa é recebido no Equador e inicia viagem apostólica

             


            Em solo equatoriano, o Papa Francisco inicia sua visita de nove dias à América Latina 


Pela segunda vez em seu pontificado, o Papa Francisco visita a América Latina, e começou a sua peregrinação neste domingo, 5. O Pontífice foi recebido no Aeroporto Internacional  “Mariscal Sucre” de Quito, no Equador, pelo presidente do país, Rafael Correa, por membros da Conferência Episcopal Equatoriana, por outras autoridades e fiéis.

Presidente do Equador, Rafael Correa, recebe o Papa Francisco 

 
Com um abraço cordial, o presidente acolheu o Santo Padre que, em seguida, cumprimentou algumas crianças. Francisco foi homenageado pelo canto do coral acompanhado por uma orquestra sinfônica, que também executou os hinos do Vaticano e do Equador.

O presidente Rafael Correa, destacou em seu discurso a postura do país em defesa da vida, da família e do meio ambiente. Ele assegurou que a constituição do Equador será a primeira no mundo a outorgar o cuidado com a natureza.

Correa ainda lembrou em tom bem humorado as palavras da presidente Dilma Rousseff quando Francisco esteve no Brasil: “O Papa é argentino, mas Deus é brasileiro. Sim, Deus pode ser brasileiro, mas o paraíso é aqui. Este país é um paraíso, Santo Padre!”, disse.

O Papa, por sua vez, agradeceu ao presidente, que por diversas vezes citou discursos de Francisco, bem como, sua Encíclica Laudato Si, mostrando, segundo o ele mesmo, “consonância” com seu pensamento.
                                                                                                        
As primeiras palavras do Santo Padre no Equador também agradeceram à acolhida recebida neste domingo e a Deus por tê-lo permitido retornar ao continente. No entanto, o Papa não deixou de, já num primeiro momento, lembrar os problemas sociais do Equador e da América Latina.

“Prestamos especial atenção aos irmãos mais frágeis e às minorias mais vulneráveis que é a dívida de toda a América Latina. Para isso, senhor presidente, poderás contar sempre com o empenho e a colaboração da Igreja para servir esse povo equatoriano”, disse.
O breve discurso foi encerrado com uma motivação para a gratidão a Deus e exortação à solidariedade. “Nunca percais a capacidade de dar graças a Deus pelo que Ele faz por vós. A capacidade de proteger o humilde e o simples, de cuidar das crianças e dos idosos. Que o Sagrado Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria derrame sobre vós a Sua graça e a Sua bênção”.

Após a cerimônia de boas vindas, o Papa Francisco participou de um encontro protocolar reservado com o presidente do Equador. Em seguida, dirigiu-se com a comitiva papal para a nunciatura apostólica onde passará a noite.
Nesta segunda-feira, 6, o Pontífice irá para Guayaquil onde, entre outras atividades, visitará o Santuário da Divina Misericórdia. 

Fonte: Canção Nova


Santa Sé divulga programação da viagem do Papa a Cuba e EUA


No dia 19 de setembro, o Papa Francisco partirá de Roma para Cuba, permanecendo no país até o dia 22; no dia 23, o Pontífice estará nos EUA

Nesta terça-feira, 30, foi divulgado pela Imprensa da Santa Sé o programa oficial da viagem do Papa Francisco a Cuba e Estados Unidos, que será de 19 a 28 de setembro deste ano.
O Santo Padre partirá de Roma para Cuba dia 19 de setembro, desembarcando no Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, onde se realizará a cerimônia de boas-vindas.
No dia seguinte, Francisco presidirá a Missa na Praça da Revolução, em Havana, e depois fará uma visita ao Presidente de Cuba, Raúl Castro. Em seguida, fará a oração das vésperas com os sacerdotes, religiosos, religiosas e seminaristas na catedral de Havana. A seguir, o Pontífice saudará os jovens no Centro Cultural Padre Félix Varela.

Visita à Padroeira

Na segunda-feira, 21 de setembro, Francisco deixará Havana e irá a Holguín, onde celebrará a Missa na Praça da Revolução e abençoará a cidade. Em seguida, partirá para Santiago e ali se encontrará com os bispos no Seminário São Basílio Magno. Depois, Francisco irá ao Santuário da Virgem da Caridade do Cobre, padroeira do país, para rezar com os bispos e o séquito papal.

Na terça-feira, 22 de setembro, o Papa Francisco presidirá a Celebração Eucarística no Santuário da Virgem da Caridade do Cobre, depois se encontrará com as famílias na Catedral de Nossa Senhora da Assunção, em Santiago, e abençoará a cidade.
No Aeroporto de Santiago, Francisco se despedirá da cidade e da Ilha de Cuba e partirá para Washington, primeira etapa de sua visita aos Estados Unidos, onde será acolhido oficialmente na base Andrews Air Force.

Estados Unidos

Na quarta-feira, 23 de setembro, será realizada a cerimônia de boas-vindas no South Lawn da Casa Branca, onde o Papa fará um discurso e se encontrará com o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. A seguir, se encontrará com os bispos estadunidenses na Catedral de São Mateus, em Washington.
Na parte da tarde, Francisco presidirá a Missa de canonização do Beato Junípero Serra, franciscano que evangelizou a Califórnia, no Santuário Nacional da Imaculada Conceição.
Na quinta-feira, o Pontífice visitará o Congresso dos Estados Unidos, onde fará um discurso. A seguir, visitará o centro caritativo da Paróquia de São Patrício e se encontrará com os sem-teto. Logo, partirá de avião para Nova York, onde presidirá a oração das vésperas com o clero, os religiosos e religiosas na Catedral de São Patrício.
A primeira visita do Papa Francisco à sede da ONU está marcada para sexta-feira, 25 de setembro, pela manhã, contando com saudação e discurso do Santo Padre. Nesse mesmo dia, Francisco participará do encontro inter-religioso no memorial do Ground Zero, em Nova York, lembrando as vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001.
Na parte da tarde, o Papa visitará a escola católica Nossa Senhora Rainha dos Anjos e se encontrará com as crianças e famílias de imigrantes no Harlem. O dia se encerrará com a Missa celebrada no Madison Square Garden, em Nova York.

Encontro das famílias

No sábado, 26 de setembro, Francisco partirá para a Filadélfia onde celebrará a Missa com os membros do clero, religiosos e religiosas da Pensilvânia, na Catedral dos Santos Pedro e Paulo.
Na parte da tarde, o Papa participará do encontro para a liberdade religiosa com a comunidade hispânica e outros imigrantes no Independence Mall, na Filadélfia. À noite, Francisco participará da Festa das Famílias e da vigília de oração no Benjamin Franklin Parkway, Filadélfia, onde fará um discurso.
No domingo, 27 de setembro, o dia de Francisco começará com um encontro com os bispos convidados para o 8º Encontro Mundial das Famílias no Seminário São Carlos Borromeu. Depois visitará os detentos do Instituto ‘Curran-Fromhold’, para menores.
A tarde, o Papa presidirá a Missa conclusiva do 8º Encontro Mundial das Famílias no Benjamin Franklin Parkway. A seguir, saudará a comissão organizadora, os voluntários e benfeitores. Depois se despedirá dos Estados Unidos e voltará para Roma, onde chegará pela manhã da segunda-feira, 28 de setembro.




Fonte: Canção Nova


Festejo de São Francisco Solano - Convite

 Festejo de São Francisco Solano 2015 - Bacabal
                       TEMA :
" Assim Como São Francisco Solano queremos uma IGREJA
MISSIONÁRIA que anuncia e saiba ouvir"

A PAZ ESTEJA COM  VOCÊS!

É com o coração cheio de alegria que nós da Comunidade de São Francisco Solano, pertencente da (Paróquia São  Francisco das Chagas) convida você e sua família e amigos para participarem conosco do 19º FESTEJO DE SÃO FRANCISCO SOLANO que acontecera de 11 a 19 DE JULHO do ano em curso (2015),  Francisco Solano nos orienta na busca de uma igreja missionária que anuncia a boa nova e saiba ouvir no clamor do povo oprimido e necessitado. Portanto, é chegado a hora de fortalecer nosso elo de FÉ, por meio do nosso padroeiro, que intercede a Deus por nós .


A Igreja alegra-se com a sua presença na qual resplandece a beleza da unidade dos filhos de Deus. 
Contamos com suas orações. 
 
                        
                                                            Atenciosamente,
                                                       Luiz Paulo Brito Rocha
                                                              Coordenador


Cristãos devem estender a mão aos marginalizados, diz Papa

Na Missa de hoje, Papa destacou o valor da proximidade aos marginalizados; muitas vezes, cristãos devem “sujar” as mãos para ajudá-los, a exemplo de Jesus

O Papa Francisco voltou a defender, nesta sexta-feira, 26, a proximidade aos mais necessitados como um aspecto fundamental da comunidade cristã. Na Missa de hoje, ele destacou que o bem se faz “sujando” as mãos, ou seja, os cristãos devem se aproximar e estender as mãos àqueles que a sociedade tende a excluir.

 
Francisco convida cristãos a pensarem no modo como se fazem próximos aos mais necessitados

Aproximando-se dos excluídos do seu tempo, Jesus “sujou” as mãos tocando os leprosos. E, assim, ensinou à Igreja que não se pode fazer comunidade sem proximidade. As reflexões do Papa surgiram a partir do Evangelho do dia, que retrata a cura de um leproso.
O milagre, notou o Papa, aconteceu sob os olhos dos doutores da lei, que consideravam o leproso impuro. Naquela época, a lepra era uma condenação perpétua; curar um leproso era tão difícil como ressuscitar um morto. Por isso os leprosos eram marginalizados, mas Jesus estendeu a mão ao excluído e demonstrou o valor fundamental da palavra “proximidade”.
“Não se pode fazer comunidade sem proximidade. Não se pode fazer a paz sem proximidade. Não se pode fazer o bem sem se aproximar. Jesus poderia muito bem ter dito: ‘Sê purificado!’. Mas não: aproximou-se e o tocou. E mais! No momento em que Ele tocou o impuro, tornou-se também Ele impuro. E esse é o mistério de Cristo: toma para si as nossas sujeiras, as nossas impurezas.”

O trecho do Evangelho registra também o convite que Jesus fez ao leproso curado: que se apresentasse ao sacerdote para que fosse novamente incluído na sociedade. Além da proximidade, também é importante para Jesus a inclusão.
“Tantas vezes penso que seja, não digo impossível, mas muito difícil fazer o bem sem sujar as mãos. E Jesus se sujou. Proximidade. E depois vai além. (…) Quem estava excluído da vida social, Jesus inclui: inclui na Igreja, inclui na sociedade… Ele jamais marginaliza alguém, jamais. Marginaliza a si mesmo para incluir os marginalizados, para nos incluir, pecadores, marginalizados, com a sua vida”.

Proximidade é estender a mão

O Papa ressaltou a admiração que Jesus suscita com as suas afirmações e os seus gestos. “Quantas pessoas seguiram Jesus naquele momento e seguem Jesus na história porque ficam impressionadas pelo modo como fala”
“Quantas pessoas olham de longe e não entendem, não lhes interessa… Quantas pessoas olham de longe, mas com o coração mau, para testar Jesus, para criticá-lo, para condená-lo… E quantas pessoas olham de longe porque não têm a coragem que ele teve de se aproximar, mas têm tanta vontade de fazê-lo! E naquele caso, Jesus estendeu a mão, antes. No seu ser estendeu a mão a todos, fazendo-se um de nós, como nós: pecador como nós, mas sem pecado, mas sujo dos nossos pecados. E esta é a proximidade cristã”.
“Proximidade” é uma bela palavra, concluiu Francisco, convidando os fiéis a um exame de consciência: “Eu sei aproximar-me? Tenho ânimo, força, coragem de tocar os marginalizados?”. Essas são perguntas, disse, que dizem respeito também à Igreja, às paróquias, às comunidades, aos consagrados, aos bispos, aos padres, a todos.

Fonte: Canção Nova

O amor é caminho para seguir Jesus, diz Papa

Na oração do Regina Coeli, o Papa Francisco diz que Cristo convida todos a sair de si para ir em direção aos outros

“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”, o mandamento de Jesus inspirou as palavras que o Papa Francisco pronunciou antes de rezar a oração do Regina Coeli com os fiéis e peregrinos na Praça de São Pedro.
O Evangelho deste domingo, 10, leva ao Cenáculo, onde Jesus se dirige aos discípulos durante a Última Ceia, acrescentando que “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos”.
O Papa explica que essas palavras resumem toda a mensagem de Jesus, tudo o que Ele fez: deu a vida por seus amigos que, no momento crucial, o abandonaram, traíram e renegaram. “Isso nos diz que Ele nos ama mesmo que não mereçamos o seu amor: assim Jesus nos ama!”.
Deste modo, Jesus mostra que o caminho para segui-lo é o caminho do amor. O seu mandamento não é um simples preceito, é novo, porque Ele por primeiro o realizou, deu a sua própria carne e assim a lei do amor está escrita uma vez por todas no coração do homem.
Indicando o caminho do amor, Cristo convida todos a sair de si para ir em direção aos outros. “Jesus nos mostrou que o amor de Deus se aplica no amor ao próximo. Todos os dois caminham juntos. As páginas do Evangelho estão repletas deste amor: adultos e crianças, cultos e analfabetos, ricos e pobres, justos e pecadores foram acolhidos no coração de Cristo.
Portanto, esta Palavra do Senhor ensina a todos como amar uns aos outros, mesmo que haja divergências e diferenças, mas é justamente ali que se vê o amor cristão.
“Este é o amor que Jesus nos ensinou e que nos leva a realizar pequenos e grandes gestos: gestos de atenção a um idoso, a uma criança, a um doente, a uma pessoa só e em dificuldade, sem casa, sem trabalho, imigrada, refugiada (…) Nesses gestos se manifesta o amor de Cristo”, concluiu o Papa.

Hoje dia do trabalhodor Comemoramos 19 anos de muita evangelização

Parabéns Comunidade São Francisco Solano
Nesta sexta-feira, 01 de maio mês de Maria e dia do trabalhador nossa comunidade São Francisco Solano completa 19 anos de muita evangelização, desde o dia primeiro de maio do ano de 1996, data em que foi inaugurado o centro comunitário. para festejar o nosso grande dia iniciamos com uma alvorada as 05h00 da manhã desejando a todos um feliz dia do trabalhador e compartilhando nossa alegria de muita vivencia de fé durante todos esses anos,  percorremos as principais ruas da vila frei Solano desejando um Bom dia a todos juntamente com coordenadores e membros de grupos: Gasfras , Jusfs , Legião de Maria , Terço dos homens e Liturgia espalhando nossa alegria de ser comunidade de estarmos sempre juntos.


Encerrando a alvorada e chegando na nossa comunidade , Luiz Paulo Brito Rocha iniciou um momento de agradecimento Pela nossa comunidade e por todos que nela participa o mesmo lembrou dos primeiros Catequista e um dos nomes citados foi D.Maria Braga que enquanto jovem dou seu tempo catequizando Crianças e jovens  para o crescimento do reino de Deus, Luiz Paulo lembrou também todos a quelas pessoas que ater hoje está conosco durante todo esse tempo, e disse que é tão bom está com todos vocês nessa festa e que São Francisco Solano os abençoe sempre,  e que sempre possamos ser perseverantes na nossa caminhada de fé.Conclui , depois das palavras de Luiz paulo, aconteceu  um momento de oração pelos doentes de nossa comunidade pedindo que deus abencoe e der a saudade de todos trazendo novamento todos pra seio de suas famílias.

Chegado o grande momento que todos esperavam o Grande Café da manhã como de costume a comunidade Realizar, mas antes cantamos para que Deus abençoasse os nossos alimentos e assim iniciarmos o nosso café. De já agradecemos a todos que participam da nossa comunidade e todas aquelas pessoas que doaram seu tempo para catequizar as nossas crianças e nossos jovens da nossa comunidade agradecemos também os nossos primeiros coordenadores da comunidade e coordenadores de grupos.

Parabéns Comunidade São Francisco Solano 



                                                            

Seguindo Jesus nos passos de São Francisco e Santa Clara, Frei Ivaldo é ordenado Presbítero



A Ordem dos Frades Menores acolheu Frei Ivaldo Evangelista Mendonça como Presbítero no último sábado (25), quando a cerimônia de Ordenação na quadra do Colégio Nossa Senhora dos Anjos (CONASA), em Bacabal-MA.

Natural de Vitorino Freire-MA, Ivaldo deu seus primeiros passos para a vida religiosa em Bacabal, mais precisamente na Comunidade São Raimundo Nonato, até o dia em que partiu para fazer a experiência da vida comunitária com os frades franciscanos. Estes, vindos de toda a região do Maranhão e Piauí participaram da cerimônia que contou também com um grande número de fiéis de todas as paróquias de Bacabal, assim como caravanas de várias cidades. A Missa foi presidida por Dom Jacinto Brito, Arcebispo de Teresina, com a anuência do bispo diocesano de Bacabal e a convite pessoal do ordenando.

Desde o início da celebração Frei Ivaldo mostrou-se muito emocionado, principalmente pelo fato de ver no meio da assembleia várias pessoas que contribuíram para com sua resposta positiva à vida consagrada. Após mais de uma década de estudos no Brasil e no exterior, foi o ápice da realização do sonho que começou com a ajuda de Irmã Carmem, da Congregação das Irmãs Escolares de Nossa Senhora, religiosa que assessora os trabalhos na comunidade do Bairro Santos Dumont.

Na homilia, Dom Jacinto iniciou expressou sua alegria com aquele momento: “É gratificante poder ordená-lo, pois há 50 anos atrás estava um jovem aqui pedido as luzes do Espírito Santo pelo Concílio Vaticano II”, disse referindo-se a si próprio e lembrando do período em residia em Bacabal.
Lembrando a missão a quem Frei Ivaldo é chamado, revelou ainda: “A missão é de toda Igreja, mas há os que são consagrados e vivem mais perto esse chamado do Mestre. É seu papel escutar a voz do Bom Pastor e transmiti-la aos outros”, disse em referência à figura do Bom Pastor mostrada no Evangelho dominical. Sobre as características de Jesus, ressaltou a inda que “o Pastor conhece suas ovelhas, por isso às vezes vai adiante delas, mostrando e fazendo o caminho; às vezes, vai no meio, a fim de ouvir seus clamores. O Pastor deve ter o cheio das ovelhas -, disse lembrando a frase do Papa Francisco. E ainda: às vezes o pastor vai atrás, para que nenhuma delas se atrase ou fique de fora do rebanho, mas possa acompanhar os outros”.

Ao finalizar a reflexão, o arcebispo motivou ainda mais a caminhada do ordenando revelando que toda vida tem provações: “Nem a vida dos casais é um eterno mar de rosas”, lembrou. “Mas aparado por tantas mãos, você poderá dá também as mãos aos outros”, disse ele lembrando de todos aqueles a quem ama e por eles é amado.

No ápice da celebração, Dom Jacinto impôs as mãos sobre a cabeça do frade, gesto esse que foi seguido em silêncio por todo clero ali presente. Em outro momento,  emocionou-se ainda mais ao ser revestido pela casula, símbolo do poder/serviço do sacerdote. Ao ser apresentado, e com os olhos rasos d’água, recebeu uma calorosa salva de palmas num gesto fraterno de amor de todos os presentes.

Já inserido no presbitério, pôde concelebrar e durante a comunhão, distribuir o Pão Vivo que desceu do céu pela primeira vez como presbítero.

Ao final da celebração, o neo-sacerdote fez questão de agradecer a todos os que participaram de sua longa caminhada. Não conseguiu, porém, segurar as lágrimas ao lembrar das lágrimas de sua mãe, Teresinha - já presente na eternidade -, quando de sua saída de casa rumo à experiência religiosa. Ovacionado, finalizou convidando a todos para rezar pelas vocações.
Após a bênção, e após longos e colorosos abraços de acolhida, todos foram recebidos para um momento de confraternização no CEFRAM, marcando para sempre aquela data no coração de todos. 
 

Mensagem do Papa para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações

Amados irmãos e irmãs!

O IV Domingo de Páscoa apresenta-nos o ícone do Bom Pastor, que conhece as suas ovelhas, chama-as, alimenta-as e condu-las. Há mais de 50 anos que, neste domingo, vivemos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Este dia sempre nos lembra a importância de rezar para que o «dono da messe – como disse Jesus aos seus discípulos – mande trabalhadores para a sua messe» (Lc 10, 2). Jesus dá esta ordem no contexto dum envio missionário: além dos doze apóstolos, Ele chamou mais setenta e dois discípulos, enviando-os em missão dois a dois (cf. Lc 10,1-16). Com efeito, se a Igreja «é, por sua natureza, missionária» (Conc. Ecum. Vat. II., Decr. Ad gentes, 2), a vocação cristã só pode nascer dentro duma experiência de missão. Assim, ouvir e seguir a voz de Cristo Bom Pastor, deixando-se atrair e conduzir por Ele e consagrando-Lhe a própria vida, significa permitir que o Espírito Santo nos introduza neste dinamismo missionário, suscitando em nós o desejo e a coragem jubilosa de oferecer a nossa vida e gastá-la pela causa do Reino de Deus.
A oferta da própria vida nesta atitude missionária só é possível se formos capazes de sair de nós mesmos. Por isso, neste 52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, gostaria de reflectir precisamente sobre um «êxodo» muito particular que é a vocação ou, melhor, a nossa resposta à vocação que Deus nos dá. Quando ouvimos a palavra «êxodo», ao nosso pensamento acodem imediatamente os inícios da maravilhosa história de amor entre Deus e o povo dos seus filhos, uma história que passa através dos dias dramáticos da escravidão no Egipto, a vocação de Moisés, a libertação e o caminho para a Terra Prometida. O segundo livro da Bíblia – o Êxodo – que narra esta história constitui uma parábola de toda a história da salvação e também da dinâmica fundamental da fé cristã. Na verdade, passar da escravidão do homem velho à vida nova em Cristo é a obra redentora que se realiza em nós por meio da fé (Ef 4, 22-24). Esta passagem é um real e verdadeiro «êxodo», é o caminho da alma cristã e da Igreja inteira, a orientação decisiva da existência para o Pai.
Na raiz de cada vocação cristã, há este movimento fundamental da experiência de fé: crer significa deixar-se a si mesmo, sair da comodidade e rigidez do próprio eu para centrar a nossa vida em Jesus Cristo; abandonar como Abraão a própria terra pondo-se confiadamente a caminho, sabendo que Deus indicará a estrada para a nova terra. Esta «saída» não deve ser entendida como um desprezo da própria vida, do próprio sentir, da própria humanidade; pelo contrário, quem se põe a caminho no seguimento de Cristo encontra a vida em abundância, colocando tudo de si à disposição de Deus e do seu Reino. Como diz Jesus, «todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá por herança a vida eterna» (Mt 19, 29). Tudo isto tem a sua raiz mais profunda no amor. De facto, a vocação cristã é, antes de mais nada, uma chamada de amor que atrai e reenvia para além de si mesmo, descentraliza a pessoa, provoca um «êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para a sua libertação no dom de si e, precisamente dessa forma, para o reencontro de si mesmo, mais ainda para a descoberta de Deus» (Bento XVI, Carta enc. Deus caritas est, 6).
A experiência do êxodo é paradigma da vida cristã, particularmente de quem abraça uma vocação de especial dedicação ao serviço do Evangelho. Consiste numa atitude sempre renovada de conversão e transformação, em permanecer sempre em caminho, em passar da morte à vida, como celebramos em toda a liturgia: é o dinamismo pascal. Fundamentalmente, desde a chamada de Abraão até à de Moisés, desde o caminho de Israel peregrino no deserto até à conversão pregada pelos profetas, até à viagem missionária de Jesus que culmina na sua morte e ressurreição, a vocação é sempre aquela acção de Deus que nos faz sair da nossa situação inicial, nos liberta de todas as formas de escravidão, nos arranca da rotina e da indiferença e nos projecta para a alegria da comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso, responder à chamada de Deus é deixar que Ele nos faça sair da nossa falsa estabilidade para nos pormos a caminho rumo a Jesus Cristo, meta primeira e última da nossa vida e da nossa felicidade.
Esta dinâmica do êxodo diz respeito não só à pessoa chamada, mas também à actividade missionária e evangelizadora da Igreja inteira. Esta é verdadeiramente fiel ao seu Mestre na medida em que é uma Igreja «em saída», não preocupada consigo mesma, com as suas próprias estruturas e conquistas, mas sim capaz de ir, de se mover, de encontrar os filhos de Deus na sua situação real e compadecer-se das suas feridas. Deus sai de Si mesmo numa dinâmica trinitária de amor, dá-Se conta da miséria do seu povo e intervém para o libertar (Ex 3, 7). A este modo de ser e de agir, é chamada também a Igreja: a Igreja que evangeliza sai ao encontro do homem, anuncia a palavra libertadora do Evangelho, cuida as feridas das almas e dos corpos com a graça de Deus, levanta os pobres e os necessitados.
Amados irmãos e irmãs, este êxodo libertador rumo a Cristo e aos irmãos constitui também o caminho para a plena compreensão do homem e para o crescimento humano e social na história. Ouvir e receber a chamada do Senhor não é uma questão privada e intimista que se possa confundir com a emoção do momento; é um compromisso concreto, real e total que abraça a nossa existência e a põe ao serviço da construção do Reino de Deus na terra. Por isso, a vocação cristã, radicada na contemplação do coração do Pai, impele simultaneamente para o compromisso solidário a favor da libertação dos irmãos, sobretudo dos mais pobres. O discípulo de Jesus tem o coração aberto ao seu horizonte sem fim, e a sua intimidade com o Senhor nunca é uma fuga da vida e do mundo, mas, pelo contrário, «reveste essencialmente a forma de comunhão missionária» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 23).
Esta dinâmica de êxodo rumo a Deus e ao homem enche a vida de alegria e significado. Gostaria de o dizer sobretudo aos mais jovens que, inclusive pela sua idade e a visão do futuro que se abre diante dos seus olhos, sabem ser disponíveis e generosos. Às vezes, as incógnitas e preocupações pelo futuro e a incerteza que afecta o dia-a-dia encerram o risco de paralisar estes seus impulsos, refrear os seus sonhos, a ponto de pensar que não vale a pena comprometer-se e que o Deus da fé cristã limita a sua liberdade. Ao invés, queridos jovens, não haja em vós o medo de sair de vós mesmos e de vos pôr a caminho! O Evangelho é a Palavra que liberta, transforma e torna mais bela a nossa vida. Como é bom deixar-se surpreender pela chamada de Deus, acolher a sua Palavra, pôr os passos da vossa vida nas pegadas de Jesus, na adoração do mistério divino e na generosa dedicação aos outros! A vossa vida tornar-se-á cada dia mais rica e feliz.
A Virgem Maria, modelo de toda a vocação, não teve medo de pronunciar o seu «fiat» à chamada do Senhor. Ela acompanha-nos e guia-nos. Com a generosa coragem da fé, Maria cantou a alegria de sair de Si mesma e confiar a Deus os seus planos de vida. A Ela nos dirigimos pedindo para estarmos plenamente disponíveis ao desígnio que Deus tem para cada um de nós; para crescer em nós o desejo de sair e caminhar, com solicitude, ao encontro dos outros (cf. Lc 1, 39). A Virgem Mãe nos proteja e interceda por todos nós.

Vaticano, 29 de Março – Domingo de Ramos – de 2015.

Bispos encerram no Altar de Aparecida a 53ª Assembleia Geral da CNBB

Nesta sexta-feira, 24, os bispos do Brasil, reunidos em assembleia desde o último dia 15, encerraram no Altar da Basílica de Aparecida as atividades da 53ª Assembleia Geral da CNBB. O encontro que discutiu e aprovou as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para os anos de 2015 a 2019 também propôs olhares sobre diversas realidades importantes para a vida da Igreja, como também alguns dos problemas que afetam a vida dos brasileiros.
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Presidiu a Celebração Eucarística de encerramento da assembleia o presidente eleito para o próximo quadriênio, arcebispo de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha. Na palavra do novo presidente da CNBB, o agradecimento pelas resoluções deste encontro, a aprovação das diretrizes, as eleições diversas e o estudo de realidades relevantes para o Brasil.
“Nessa Eucaristia nós expressamos a nossa grande ação de graças a Deus pela assembleia concluída pela CNBB, por cada bispo, pela Igreja do Brasil”, assinalou dom Sérgio. O arcebispo destacou também a frutuosa convivência entre os bispos e o “diálogo respeitoso” nesses dias. 
“Ao final dessa assembleia podemos dizer, de coração, bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo, que nos reúne em seu amor”, acrescentou. 
Dom Sérgio manifestou ainda um agradecimento especial à presidência da CNBB, ao cardeal arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno Assis, ao vice-presidente da CNBB, dom José Belisário as Silva, e ao secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. A dom Raymundo Damasceno, o novo presidente lembrou o seu “amor pela Igreja” e a “dedicação generosa para a CNBB” ao longo dos últimos anos.

Tríplice olhar sobre a vida e a missão da Igreja

Missa de encerramento da 53ª Assembleia Geral da CNBB (credito Thiago Leon)
Dom Sérgio da Rocha, em sua homilia, enfatizou
três aspectos que delineiam a vida
e a missão da Igreja.

Ao refletir sobre a liturgia do dia, o arcebispo enfatizou três aspectos que delineiam a vida e a missão da Igreja, que como discípulos e missionários todos são convidados a um “tríplice olhar”: um olhar para Cristo, para a Igreja e para o povo.
Dom Sérgio explicou que a “Igreja vive do encontro com o Senhor ressuscitado”, de um encontro pessoal e comunitário com Cristo, especialmente na Eucaristia; que o “olhar para Cristo se completa com o olhar para a Igreja”, pois os discípulos necessitam da Igreja para poder discernir os "apelos de Cristo Ressuscitado", e por fim, o arcebispo destacou que o “olhar para Cristo e para a Igreja” deve levar os discípulos a “olhar com responsabilidade para nossa missão, a missão ao nosso povo”.
O novo presidente continuou sua reflexão, apresentando a busca atual da Igreja para ser “cada vez mais uma Igreja missionaria” e “em saída”.
“O mandato missionário de Jesus continua a ecoar pela Igreja hoje, ‘ide e fazei discípulos’. E Deus continua a repetir a nós a palavra dirigida a Ananias, chamando pelo nome e dizendo ‘levanta-te e vai’. A cada um de nós, a cada bispo, o Senhor nos diz ‘levanta-te e vai’. A cada membro da Igreja, o Senhor diz ‘levanta-te e vai’. Não podemos ficar acomodados e em espera passiva; é preciso sair da comodidade das nossas casas”, enfatizou.
“Assim, irmãos, possamos sempre caminhar com os olhos fixos nos Senhor, cheios de fé e esperança. Com o olhar para a nossa Igreja cheios de gratidão. Com o olhar para o nosso povo com compaixão e responsabilidade. Jesus prometeu estar sempre com aqueles que Ele envia em missão. A Ele entregamos a vida e a missão da Igreja no Brasil e em especial a nossa Conferência Episcopal”, finalizou.
Participaram de forma especial da celebração, cerca de 300 diáconos permanentes e suas respectivas esposas que desde ontem, 23, estão reunidos em Aparecida, no Seminário Santo Afonso, para a 10ª Assembleia Geral da Comissão Nacional dos Diáconos (CND). O encontro celebra o cinquentenário da restauração do diaconado na Igreja pelo Concílio Vaticano II.
Ao final da celebração, ao redor do Altar de Aparecida, os bispos de todo o Brasil pediram a bênção da Mãe Aparecida para que ela os acompanhe em seu ministério, em suas respectivas dioceses. No encontro anual do episcopado brasileiro participaram mais de 450 bispos de todo o país.

Fonte:CNBB

Em missa, Dom Odilo destaca Concílio Vaticano II como tarefa atual da Igreja

Os bispos reunidos em Aparecida (SP), para a realização da 53ª Assembleia Geral da CNBB, iniciaram hoje (21) o sétimo dia de trabalho com a celebração da Santa Missa, presidida pelo cardeal Arcebispo de São Paulo (SP) Dom Odilo Pedro Scherer.
A celebração de hoje recordou os 50 anos do Concílio Vaticano II e todos os seus documentos que até hoje são objeto de estudo da Igreja.
Dom Odilo em sua homilia falou da importância de ter o Concílio Vaticano como tarefa da atualidade da Igreja.
“Não queremos recordar o Concílio Vaticano II somente como um fato do passado, ele permanece como tarefa atual, nós que não participamos do Concílio, mas o vivenciamos, temos como tarefa interpretar e aplicar aquilo que era desejo dos participantes desse momento da Igreja diante da nossa realidade atual”, destacou.
Em celebração, Dom Odilo atentou para a herança que o Concílio Vaticano II é para a Igreja na atualidade.
“Somos herdeiros dessa desafiadora tarefa, de colocar o Concílio em prática, que saibamos suscitar abundantes frutos para a vida do mundo e da Igreja.”, concluiu.
Os bispos permanecem em Aparecida até a próxima sexta-feira (24), reunidos em Assembleia Geral decidindo as principais diretrizes da Igreja do Brasil.

Dom Sérgio da Rocha é eleito novo presidente da CNBB

O arcebispo de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha, foi eleito na manhã desta segunda-feira, 20, como presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente foi escolhido ainda no primeiro escrutínio, após receber 215 votos, superando assim os 196 que corresponderam aos dois terços necessários para a eleição.

 Currículo de dom Sérgio

O arcebispo de Brasília e novo presidente da CNBB nasceu em Dobrada, no estado de São Paulo, em 1959 e foi ordenado presbítero na Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão (SP) em 1984.
Foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II em 2001, como auxiliar de Fortaleza (CE) e sua ordenação episcopal foi realizada em agosto do mesmo ano, na Catedral de São Carlos (SP), pelos bispos ordenantes dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, dom Joviano de Lima Júnior e dom Bruno Gamberini.
Em janeiro de 2007 o papa Bento XVI o nomeou como arcebispo coadjutor da arquidiocese de Teresina (PI). Também pelo papa Bento XVI, em 2011, foi nomeado para arcebispo metropolitano de Brasília.
Dom Sérgio estudou Filosofia no Seminário de São Carlos (SP) e Teologia na Pontifícia Universidade de Campinas (SP). O arcebispo é mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP) e doutor pela Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.
Dom Sérgio tem como lema episcopal “Omnia in Caritate” – “Tudo na caridade”

Fonte:CNBB